Como Facebook conseguiu triplicar seus lucros em um ano.

No cenário atual de cautela e apreensão entre as empresas de tecnologia, com a Apple registrando a primeira queda na sua receita em 13 anos e o Twitter decepcionando acionistas com seu desempenho aquém do esperado, o Facebook segue surpreendendo com resultados impressionantes.


Segundo o balanço oficial do primeiro trimestre de 2016, a rede social aumentou seus lucros em 195% na comparação como mesmo período de 2015.

Entre janeiro e março deste ano, a empresa lucrou US$ 1,51 bilhões; nos primeiros três meses do ano passado, foram US$ 512 milhões.

Mas como a companhia conseguiu esse notável resultado?

Uma das razões é que o Facebook está gerando mais receita com publicidade.

Além de atrair novos anunciantes com novos produtos como o vídeo ao vivo, o Facebook incrementou a comercialização de serviços já existentes.

As vendas totais do Facebook em publicidade no primeiro trimestre de 2016 alcançaram US$ 5,2 bilhões - no mesmo período do ano passado foram US$ 3,5 bilhões.

Mais de 80% da receita com publicidade em 2016 veio de anúncios em celulares. Em 2015, esse tipo de anúncio foi responsável por 73% da receita.

"Lembram quando os investidores estavam preocupados com a transição para os celulares? Bom, o Facebook registrou vendas de US$ 5,2 bilhões em publicidade no primeiro trimestre de 2016, das quais 82% foram relativos a usuários de celulares. Que 'calcanhar de Aquiles'...", afirmou, em tom irônico, Dave Lee, correspondente de Tecnologia da BBC.

O total de usuários ativos - que acessam o Facebook pelo menos uma vez por mês - aumentou 15% em comparação com o ano anterior, chegando a 1,65 bilhão e superando as expectativas dos analistas.

Cada usuário rendeu, em média, US$ 3,32 em 2016 - contra US$ 2,50 em 2015.

Diante destes números, o valor das ações do Facebook subiu 9%.

Os analistas do setor de tecnologia esperavam que o relatório também trouxesse informações sobre as vendas do Oculus Rift, um dispositivo de realidade virtual lançado no fim do trimestre.

"Infelizmente o Facebook decidiu não compartilhar os números específicos sobre isto", disse Dave Lee.

Em uma conversa com investidores, o Facebook disse que tinha a intenção de continuar comprando outros negócios sempre e quando eles forem "onipresentes".

O Facebook investiu em companhias como o Instagram, que comprou por US$ 1 bilhão em 2012.

Mas é difícil para os investidores julgar o sucesso destas negociações, já que o Facebook não deu os detalhes dos lucros das empresas que comprou.

Novas ações?
O Facebook também fez a proposta de criar um novo tipo de ações que permitirá que o fundador empresa, Mark Zuckerberg, venda as suas sem perder o controle da companhia.

A empresa disse que esta medida "incentivará Zuckerberg a manter um papel ativo na liderança do Facebook".

Este anúncio da companhia foi feito quatro meses depois de Zuckerberg e sua esposa, Priscilla Chan, terem dito que doariam 99% de suas ações do Facebook.

Em uma carta dirigida a Max, a filha dos dois que nasceu em dezembro, o casal afirmou que doaria quase toda sua fortuna para a fundação Chan Zuckerberg Initiative para "desenvolver o potencial humano e promover a igualdade entre todos as crianças da próxima geração".

Zuckerberg e Chan planejam fazer as doações à fundação durante toda a vida.

Mas, segundo a estrutura atual das ações do Facebook, Zuckerberg não poderia fazer isso sem ceder o controle da companhia que construiu. Por isso veio a proposta de um novo tipo de ações.

FONTE

O Brasil está mesmo vulnerável a um ataque do Estado Islâmico?


Até pouco tempo restrito às redes sociais e a outros continentes, o grupo terrorista Estado Islâmico chegou - aparentemente - mais perto dos brasileiros na última semana.

A Agência Brasileira de Inteligência confirmou que mensagens que ameaçavam o Brasil e que foram postadas pelo grupo terrorista eram autênticas.

"Brasil, vocês são nosso próximo alvo."
A mensagem foi postada em novembro do ano passado por Maxime Hauchard, integrante do Estado Islâmico. A conta, reconhecida como autêntica, já foi desativada.

Em entrevista ao HuffPost Brasil, o professor de Segurança Internacional Bernardo Wahl afirmou que seria mais provável que o Brasil fosse palco de um atentado do que o alvo propriamente dito. "No caso das Olimpíadas, por exemplo, o palco seria o Brasil, mas o alvo seria o evento, ou até mesmo a delegação de algum país considerado inimigo do grupo, mais ativo nas batalhas."

Para Wahl, mesmo que tardiamente, a notícia não foi divulgada por acaso. A demora, segundo o especialista, tem a ver com o tempo que a Abin precisou para confirmar a autenticidade do perfil autor e da própria ameaça.

"Acho que ao divulgar uma informação como essa há o propósito de conscientizar a população, e só o fato de a gente discutir e ter consciência sobre isso já é algo importante", explica Wahl, que devido à falta de espaços para discutir o tema, criou um curso sobre a Atividade de Inteligência no Brasil e a Segurança Internacional.

Ainda que remoto, caso um atentado terrorista acontecesse no Brasil, segundo análises de estudiosos, provavelmente seria perpetrado por um lobo solitário, uma pessoa que não tem ligação com o grupo, mas que se identifica com a ideologia. A Abin, inclusive, já identificou alguns indivíduos que têm afinidades com as ideias pregadas pelo Estado Islâmico em território brasileiro.

A outra possibilidade, bem mais remota, seria a de o atentado ser cometido por uma célula relativamente organizada e com contato operacional com a base do Estado Islâmico no Oriente Médio - onde o grupo vem perdendo território, conforme reflete o especialista em segurança:

"Por conta desse enfraquecimento, o Estado Islâmico tem outras prioridades, e trava uma guerra com múltiplos atores ao mesmo tempo. Uma situação como essa, no entanto, pode levar a medidas desesperadas e mudanças de táticas: o EI poderia deixar de ser aquilo que eu chamo de 'protoestado' e começar a operar como uma organização terrorista que funciona em forma de célula".

Nos ataques recentes e perpetrados fora de sua área principal de atuação, o Estado Islâmico concentrou seus ataques em áreas com elevada circulação de civis: em Paris, os alvos foram restaurantes e uma casa de shows, e na Bélgica, a área de embarque do principal aeroporto do país.

Em função disso, o trabalho de inteligência se torna ainda mais importante. Cabe principalmente à Abin monitorar as possibilidades de ameaça e ter informações no tempo necessário para evitar qualquer tipo de ataque.

Esse trabalho, de acordo com Wahl, é silencioso e não vem à tona — a não ser quando interessa ao próprio serviço, como no caso da potencial ameaça do Estado Islâmico, divulgada pelo diretor do Departamento de Contraterrorismo, Luiz Alberto Sallaberry.

"Quando se lida com o terrorismo, o fundamental é agir proativamente, e evitar que o atentado aconteça. Para isso, precisamos obter informações no tempo certo", explica Wahl.

"A Abin faz um bom trabalho, mas os recursos de inteligência do Brasil são limitados, e essa é uma área que tradicionalmente recebe pouca atenção do governo. Justamente por conta disso, pode existir uma vulnerabilidade. Nós contamos com o apoio de serviços de inteligência estrangeiros, mas é muito importante que a informação relevante chegue a tempo."

FONTE

Ovos de batata doce, sorvete e churros? SIM!

A Páscoa é uma daquelas datas que não só ficam marcadas no calendário das pessoas, mas também do comércio. O varejo e muitas empresas do setor alimentício já começam a se dedicar ao feriado no fim do ano anterior. No entanto, a crise na economia brasileira fez com que os preços dos ovos subissem e os consumidores tiveram que ir atrás de alternativas para evitar gastos muito grandes.



De acordo com a Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas desse ano sofrerão uma queda de 3,4% em relação ao ano passado. Em 2015, o cenário não foi muito diferente: foi um decréscimo de 1% perante as vendas de 2014. A Páscoa está na quinta colocação no ranking do calendário do varejo nacional, juntamente com o Dia dos Namorados, e deve movimentar R$ 2,8 bilhões em 2016.

Apesar da previsão de queda, empresas que não fazem parte do segmento de chocolate utilizam a Páscoa para vender produtos sazonais e aumentar o faturamento. Veja abaixo algumas lojas que decidiram investir no doce mais tradicional da Páscoa, o ovo de chocolate, cada um a sua maneira.

Sonheria

Em apenas um ano de existência, o empreendimento da quarta geração da família fundadora da doceria Dulca conseguiu faturar R$ 1 milhão. Dentre os sonhos vendidos, a marca é conhecida pelos produtos sazonais nos quais investe. No Halloween, a estrela foi o sonho de massa roxa recheado de doce de abóbora com coco.

Para a Páscoa, não foi diferente. As irmãs Roberta e Isabella Ferraro, formadas em Gastronomia, são as responsáveis por elaborar todas as receitas da Sonheria. “Fizemos um sonho com massa de cacau para trazer um dos principais elementos dessa época do ano: o chocolate”, explica Roberta.

Na Páscoa do ano passado, a Sonheria ainda não tinha lojas fixas, então, Roberta e Isabella decidiram não se arriscar em uma área fora dos sonhos. Agora, com três lojas fixas, as empreendedoras decidiram investir em outros produtos. “Nós temos uma forte ligação com a Dulca, que tem uma parte de confeitaria muito forte. Decidimos aproveitar essa parte e colocar um pouco mais de chocolate na Sonheria”, afirma Roberta.

Um dos clássicos da Dulca, os ovos da granja - ovos de chocolate que se parecem com os de galinha - ganharam uma cara mais infantil em dois kits diferentes na Sonheria. Um balde com quatro unidades e cinco canetinhas coloridas comestíveis custa R$ 75. Já uma caixinha transparente com cinco ovos sai por R$ 40,00. De acordo com Roberta, a expectativa é que sejam vendidos cerca de 150 kits.

“A matéria-prima para os ovos está muito cara, tanto que a nossa produção é apenas de ovos pequenos. Percebemos que as pessoas estão comprando menos”, diz Roberta. Apesar disso, a Sonheria também está fazendo ovos de, aproximadamente, 70 gramas com os recheios disponíveis na loja por R$ 8,00. A mesma estratégia foi usada pela marca no Natal, quando foi lançado o panesonho, um panetone recheado com o recheio da preferência do cliente.

Para o marketing da ação de Páscoa, os empreendedores planejavam um alto orçamento, mas optaram por mudar a estratégia. “Foi um investimento quase zero. Focamos em fotos e divulgação nas nossas redes sociais”, conta Roberta.

Davvero

Apesar de ter sido lançada apenas em janeiro de 2015, a sorveteria Davvero já investiu no ano passado em uma ação de Páscoa para atrair mais público para sua loja. O ovo de colher com casca recheada de gianduia é finalizado com um recheio de gelato da casa escolhido pelo cliente. Depois do sucesso, as fundadoras da marca, Suelen Ferrari e Debora Tesoto, decidiram manter a ideia.

De acordo com as empreendedoras, foi inevitável aumentar o preço do produto esse ano. “Todos os nossos insumos - fora o leite e as frutas - são importados. Com o grande aumento no valor do euro, essa matéria-prima subiu cerca de 20%. Tivemos que aumentar o preço do ovo em 10%. Os outros 10% ficaram por conta da Davvero”, explica Debora. Neste ano, o ovo só será feito por encomenda e sai por R$ 87 (250 gramas) e R$ 112 (350 gramas).

Mesmo com as previsões de uma queda na venda desse tipo de produto, as empreendedoras acreditam que ainda vale a pena investir em produtos de Páscoa. “Como empreendedoras, temos que acreditar nos nossos produtos e na nossa marca. Temos, como objetivo, oferecer novas experiências para os nossos clientes. Para isso, temos que inovar, o que faz com que a gente cresça. Se ficamos estagnadas, o negócio não vai para a frente”, afirma Debora.

Além dos ovos, a Davvero também investiu em outra ação de Páscoa esse ano, que vai do dia 24 até 27 de março. Lançou sete novos sabores de gelato com elementos que remetem a essa época do ano. Dentre os lançamentos, estão os sabores de chocolate ao leite ou branco com pedaços de ovos de páscoa e o de chocolate com confit de laranja.

O investimento para ambas as ações, incluindo insumos e marketing, ficou entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. No entanto, Debora e Suelen não podem dar uma previsão de vendas de ovos, já que eles são feitos de forma 100% artesanal. “Gostamos de apresentar os ovos da mesma forma que apresentamos os gelatos, fresquinhos, feitos quase que naquela hora. Temos encomendas para serem entregues todos os dias até domingo, mas a nossa capacidade de produção é de 20 ovos por dia”, informa Debora.

Olha o Churros!

A Olha o Churros é uma franquia especializada na venda de churros gourmets que desenvolveu uma receita própria de ovo de Páscoa. O produto, que pesa 300 gramas e custa R$ 36, é feito com casca de chocolate ao leite, recheado com uma camada de bolo de churros, outra de massa de churros, doce de leite e finalizado com açúcar e canela.

Esse é o segundo ano que a empresa comercializa os ovos de Páscoa. Segundo Gabriel Rodero, um dos criadores da franquia, a inciativa teve início em 2015 para diversificar os produtos da marca. “Somos especializados em churros, mas o nosso produto é de consumo imediato. Então, decidimos pensar em presentes para datas comemorativas e criamos uma receita de ovo de Páscoa”, diz.

No ano passado, foram vendidos 500 ovos e a expectativa de vendas esse ano é de 2 mil unidades. Embora pesquisas sobre a Páscoa indiquem uma queda de vendas em 2016, Rodero explica que a previsão positiva deve acontecer por conta do aumento de unidades da franquia. Em 2015, apenas 8 lojas da Olha o Churros estavam abertas, hoje são 21 em cinco estados.

Na última Páscoa o ovo era vendido por R$ 39 reais e parte da produção era terceirizada. Nesse ano, toda a produção acontece na fábrica da franquia e houve uma queda no preço para R$ 36, sem interferir no tamanho — o que também caminha na direção oposta do mercado. “Conseguimos diminuir o valor do ovo através de um novo fornecedor de chocolate, que nos ofereceu melhores preços com a mesma qualidade”, afirma Rodero.

A ação para Páscoa desse ano exigiu um investimento de R$ 30 mil, utilizado na compra de máquinas para a fábrica e contratação de três funcionários temporários.

Mega Vitaminas

Voltada para um público mais preocupado com saúde e qualidade de vida, a Mega Vitaminas é uma loja de suplementos e produtos naturais de Recife que, desde 2010, produz ovos de Páscoa com a proteína do leite conhecida como “whey protein”

Segundo Fábio Lucena, dono da loja, a criação do produto começou como uma forma de presentear alguns clientes. “Enviei os ovos para nutricionistas, médicos e educadores físicos que compram nossos produtos. Eles gostaram muito e publicaram fotos nas redes sociais. A partir daí, tivemos um retorno muito positivo e começamos a vender os ovos na Páscoa seguinte”, afirma.

Lucena conta que, ao perceber o aumento das vendas com produtos para datas comemorativas, decidiu criar até mesmo um panetone de whey, vendido no Natal. “A Páscoa e o Natal eram os períodos em que tínhamos a maior queda no faturamento. Caía quase pela metade. Agora, esse são os períodos em que temos o nosso pico de vendas, porque o cliente, quando vem buscar seu ovo, quase sempre compra um suplemento”, diz.

A Mega Vitaminas possui oito tipos de ovos diferentes, que custam entre R$ 39,90 e R$ 69,90. Existem versões de ovos feitos com whey protein, ovos veganos e até ovos com proteína de frango e batata doce em pó. Todos são feitos com chocolate 70% cacau e adoçantes, além da ausência de gorduras hidrogenadas.

Em 2015, a Mega Vitaminas vendeu cerca de 300 unidades e a expectativa para esse ano é manter o mesmo número de vendas, mas seria possível vender muito mais. “Ano passado, nós recebemos mais de cinco mil pedidos, mas a nossa produção é artesanal e eu não tenho como enviar os ovos, pois eles derretem no caminho. A única maneira de fazer o frete seria adicionar gordura hidrogenada, que impede o derretimento, mas não pretendemos fazer isso. Então, ficamos limitados à região de Recife”, explica Lucena.

Para essa Páscoa, a Mega Vitaminas investiu R$ 9 mil, utilizados na contratação de dez pessoas para a produção dos ovos, além dos gastos com entrega.

FONTE

Atenção: "Zika vírus" é usado para espalhar spams maliciosos


A epidemia do zika vírus é um dos assuntos mais comentados do momento e os hackers já estão se aproveitando disso para invadir computadores. Uma reportagem do iG revelou que um novo ciberataque foi detectado no Brasil, infectando dispositivos com o malware JS.Downloader.

Os usuários recebem um e-mail com spam malicioso cujo remetente é o site Saúde Curiosa. O assunto é "ZIKA VIRUS! ISSO MESMO, MATANDO COM ÁGUA!”. O texto contém imagens e texto que foram retirados de uma matéria do site indicado. No entanto, apresenta alguns botões cuja função é fazer com que o usuário clique na intenção de saber mais sobre o assunto.

São esses links que redirecionam para o serviço de hospedagem de arquivos Dropbox, que tem o  JS.Downloader, arquivo que permite que os criminosos  baixar outros vírus no computador comprometido.

Fonte

Frases que você nunca deve dizer ao seu chefe.

Você pode não ter sempre as palavras certas para dizer ao seu chefe, mas se você souber evitar as erradas, você já estará um passo à frente.


Mesmo se você trabalha em um ambiente casual e tem um relacionamento próximo com o seu gestor, existem algumas coisas que, segundo os especialistas em carreira, nunca devem ser ditas a um superior.

Saiba quais frases são essas e qual a melhor maneira de se expressar em diferentes situações.

1) Eu não sei como fazer isso

Essa frase demonstra falta de criatividade e profissionalismo, segundo a coach executiva Irina Baranov. Uma vez que você não domina a resolução de um certo problema, o ideal é tentar solucioná-lo primeiro por conta própria e depois, se necessário, pedir ajuda. Isso irá demonstrar empenho da sua parte.

2) Isso não faz parte do meu trabalho

A tendência das empresas é buscar cada vez mais pessoas multidisciplinares, então, em vez de questionar se seu cargo contempla ou não certa atividade, procure saber o porquê de você ter sido escolhido para executar aquela tarefa.

3) Eu comprei um carro novo, então, preciso de um aumento

Promoções são baseadas em sua contribuição para a empresa, por isso, quando for pedir um aumento, certifique-se de destacar seus pontos fortes e realizações, em vez de suas necessidades.

4) É impossível fazer isso

Negar de forma categoria um pedido do seu chefe, por mais irreal que pareça, para ele poderá demonstrar incapacidade ou má vontade da sua parte.  Em vez disso, aceite o desafio e proponha formas diferentes de resolver tal tarefa.

5) A culpa não é minha

Nenhum funcionário é imune de erro. Então, dizer essa frase pode demonstrar que você é do tipo de pessoas que apenas culpa os outros em vez de buscar soluções.

6) O chefe anterior fazia de outro jeito

A consultora em carreira Robin Ryan recomenda evitar essa frase a todo o custo. Dizer isso dará a entender que você não é adaptável e flexível e não sabe lidar com mudanças.  O melhor caminho é explicar ao seu chefe que aquele método é novo para você, mas que, com o tempo, irá se acostumar.

FONTE
A reprodução do conteúdo deste blog é permitida e incentivada, desde que citada e linkada a sua fonte.
Todas as postagens aqui são linkadas.